terça-feira, 24 de junho de 2008

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Faço a partir do barro e outros materiais, um trabalho cheio de segredos e sutilezas das interações do mim com a outricidade, em seu dinamismo, e da sincronia e sintonia da ação espontânea e criativa, que convivem com o meu “agora”.

A arte para mim, é bela, justa e verdadeira; o que é verdadeiro é justo e é belo, aquilo que é justo é belo e é verdadeiro ou vice – versa.

Falo sobre o crescente e o decrescente, da vida e morte, dos opostos, das trilogias, do uno e múltiplos, metáforas.
Meus símbolos e signos

De incertezas e possibilidades, somos seres condenados à necessidade de sonhar.

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